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segunda-feira, 9 de junho de 2008

Nosso Jardim!!


Ontem a tarde fomos passear pelo Jardim Duque da Terceira.
Claro que não foi a primeira, mas tivemos o prazer de registrar alguns momentos para mostrar pra vocês esse enorme Jardim que fica no centro de Angra, pertinho de onde moramos agora.
Vocês verão que é um encantador e maravilhoso Jardim.
Jardim Duque da Terceira

Jardim Duque da Terceira é um calmo e acolhedor parque no centro da Cidade de Angra do Heroísmo, que se vai elevando em socalcos até ao Alto da Memória.

É quase um jardim botânico, possuindo muitas plantas exóticas trazidas desde o início das aventuras marítimas, adotando assim uma variadíssima flora de importante valor botânico.


A sua construção que se iniciou em 1882 fez deste jardim o principal parque de Angra do Heroísmo, um dos mais belos jardins clássicos dos Açores, ostenta o nome de Jardim Duque da Terceira, uma vez que foi-lhe dedicado este nome em Honra de António José de Sousa Manoel de Menezes Severim de Noronha, Duque da Terceira.


Encontra-se aqui algumas árvores de enorme porte como é o caso de duas descomunais Araucária; alguns eucaliptos, metrosídero, palmeiras, tulipeiros, magnólias,camélias, hibiscos, medronheiros, fetos arbóreos africanos, zâmias, poinsettias, e até uma tropical fragipana.




É possível observar todo um vasto repositório de uma coleção de plantas, quase todas etiquetadas, dignas de muitos jardins botânicos, surgem espécies tropicais e subtropicais junto com espécies de regiões temperadas.


Esse cara não cansa de tocar flauta...

Detalhe do que diz na placa:



Água imprópria pra consumo.(...)










"Dr. Lino cultivou as flores, as letras, as músicas."
'' ... O tempo é algo que não volta atrás.Por isso plante seu jardim e decore sua alma,Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores ... ''William Shakespeare
As Rosas Não Falam
Composição: Cartola
Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão
Enfim
Volto ao jardim
Com a certeza de que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim
Queixo-me às rosas, mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti
Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos Por fim
Pintar A Verdade
(Xaile)
(J.j.galvão)
Ai se eu pudesse pintar a verdade
De um tom cor-de-rosa ou mesmo de azul
Talvez contasse com mais à vontade
Este rosário de sombras e luz
Ai se eu caísse num sono profundo
Talvez eu pensasse que estava a sonhar
Ai se eu mandasse nas coisas do mundo
Mandava ser tempo de recomeçar
Ai se eu não fosse assim tão fadista
Desvendava o mistério de ter esta dor
Fui alquimista por ouro e amor
Mas jamais consegui transformar o real
Numa flor...


Ao luar, vem-me procurar ao luar
Que eu sou pequenina e não sei andar
Anda ver, anda ver o sol a nascer
E verás que o que for será, tem que ser...
Ai se eu pudesse pintar a verdade
Em tons prateados ou mesmo de azul
Talvez contasse com mais à vontade
Este rosário de sombras e luz
Ai se eu não fosse assim tão fadista
Desvendava o mistério de ter esta dor
Fui alquimista por ouro e amor
Mas jamais consegui transformar o real
Numa flor...
Ao luar, vem-me procurar ao luar
Que eu sou pequenina e não sei andar
Anda ver, anda ver o sol a nascer
E verás que o que for será, tem que ser...
Ao luar, ao luar...